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13 maio, 2010

Construindo um império: Egito


















Pirâmide escalonada do faraó Djoser, em Sakkara
Considerei o documentário muito interessante, pois trata do assunto com riqueza de detalhes, desde o início do Egito explicando sobre as cheias, como ficavam os campos e alguns fatos que normalmente não são tão divulgados como que nos momentos de maior fome havia canibalismo.



Eles usaram o rio a seu favor, mudando o seu curso através da contrução de barreiras demonstrando ser uma nação inteligente que aprendeu com seus erros ao longo do tempo como na construção das pirâmides que sofreram um longo processo até chegarem as formas das mais conhecidas.




(Joice Idaiane da Silva)

Ramsés: Documentário

O documentário conta a história de Ramsés. Era uma época de milagres, maldições, de deuses e homens que acreditavam ser deuses. E de um jovem guerreiro que se tornou faraó do mais poderoso império do mundo, o homem que desafiou o Deus dos hebreus, Ramsés O Grande.
Segundo a Bíblia, seu amado primogênito foi morto na última e mais terrível de Dez Pragas “Morte dos primogênitos”, uma praga que obrigou o faraó a libertar seus escravos hebreus e seu líder Moisés, dando início para a longa jornada conhecida como Êxodo.
Um egiptólogo e professor Kent Weeks acredita ter encontrado no Vale dos Reis o crânio do primogênito de Ramsés, Amun-Her-Khepeshef. Uma equipe de cientistas investigou o crânio usando modernas técnicas reconstrutivas para descobrir se realmente descobriram o primogênito de Ramsés, recriando a face do filho e do pai.



Tentaram solucionar as seguintes perguntas: Teria ele morrido de uma misteriosa praga bíblica? Ou teria tido um fim violento e brutal? Ele foi morto pelas mãos de Deus ou do homem?
Ramsés tinha 20 anos quando assumiu o trono e ele já era casado com a bela Nefertari, com quem teve seu primogênito.
Muitos arqueólogos não acreditam no Êxodo, pois os egípcios não deixaram registros. Quanto ao êxodo nunca será encontrada nada pois esta foi uma batalha perdida e Ramsés não iria deixar ninguém saber disto.




Quando iniciam o processo de reconstrução do crânio, constatam que ele teria 30 anos. No templo de Abu Simbel, uma das obras de Ramsés. Lá está escrito que Amun-Her-Khepeshef se tornou adulto. Isto bate com a idade de 30 anos do crânio descoberto, portanto, ele não era uma criança como se imaginava.
O filho de Ramsés morreu como? No crânio tem uma marca que pode sugerir várias coisas como: uma queda de carroça, assassinado no harém do pai, mas a mais provável seria a morte em batalhas.





Moisés não tinha 80 anos, mas era jovem e o exército hebreu não estava tão indefeso. Como o “mar vermelho” era o mar-de-junco isso quer dizer um pântano, as bigas (carroças) atolaram e os hebreus mataram todos, inclusive Amun-Her-Khepeshef. Então, Ramsés teria criado a 10ª praga para ocultar a verdade.
O crânio foi reconstituído e a probabilidade do crânio ser de Amun-Her-Khepeshef é alta.




Ramsés foi um dos maiores faraós, reinou durante 80 anos, travou inúmeras batalhas, construiu mais templos que qualquer faraó. Teve muitas mulheres e inúmeros filhos. Conhecido como um grande construtor, mandou reconstruir e embelezar diversos templos egípcios

04 maio, 2010

Em busca de Nefertiti: Documentário


O documentario inicia apresentando a busca da pesquisadora Joann Fletcher, especialista em cabelo antigo, em desvendar a identidade de uma das três múmias descobertas na tumba KV35 em 1898, Fletcher acredita que um dos três corpos se assemelha ao famoso busto da famosa Nefertiti.
Através de diversos estudos, a equipe de arqueológos declarou que a múmia em questão que examinaram estava danificada de uma forma que sugeria que o corpo havia sido deliberadamente perfurado na antiguidade. Técnicas de mumificação, tal como o uso de fluido de embalsamento e a presença de um cérebro intacto sugestem ser uma múmia da 18 dinastia. Outros elementos que a equipe usou para suportar a teoria foi a idade do corpo, a presença de esferas dentro do corpo, e uma peruca de um raro estilo pertencente à Nefertiti. Eles acreditam que o braço da múmia foi originalmente colocado em uma posição reservada para faraós, mas foi depois removido e substituído por outro braço de uma pessoa normal.

O documentário encerra com uma reconstituição facial da múmia muito similar com as conhecidas pinturas da rainha do Egito.

Ramsés II: Documentário

O documentário mostra uma investigação em torno de um crânio encontrado no Vale dos Reis, que poderia pertencer ao filho de Ramsés II, o último grande faraó do Egito antigo. Apartir dessa descoberta é formulada uma série de questões acerca da vida e da morte do primogênito do governante. Este achado tinha uma rachadura na lateral, levantando dúvidas sobre a idéia de que fosse mesmo este o da história, que teria morrido ainda pequeno pela última praga. Assim junta-se à investigação o personagem bíblico Moises, que teria restaurado o culto ao deus Atom, jogado a tal praga e por fim conseguir a liberdade para os judeus. Com ajuda de estudiosos e tecnologia de ponta várias lendas vão sendo reformuladas, falhas de tradução são corrigidas ( mudando o cenário da travessia que seria no Mar Vermelho ) e diversos fins para o filho de Ramsés são imaginados.
Guilherme Gomes

A maldição de Tutankamon: Documentário

O documentário sobre Tutankamon mostra a fúria de um faraó, jovem, que morre aos 18 anos, colocando-se sobre aqueles que ousarem se aproximar de seus pertences e de repente de sua história, uma maldição.



Mais um grupo de pesquisadores busca encontrá-lo aventurando-se em seu sarcófago e até desrespeitando a história que ali vive, exaltando o faraó e fazendo surtir conseqüências inesperadas e tristes causadas por esta maldição. Esta curiosidade manifesta sequelas nas pessoas que têm ligação com os pesquisadores, mas principalmente neles próprios; inicia-se com incômodos através de fungos e de mosquitos que revestem o jazigo do faraó, levando, então, à morte.



Inicialmente os pesquisadores acreditam que um pássaro os levará até onde Tutankamon cala e levam como mau presságio quando uma cobra (símbolo que se encontra na coroa do faraó) devora o pássaro. Estavam corretos... Uma série de mortes decorre desde que este grupo encontra-se com o faraó.



Mesmo que anos mais tarde a filha da mulher que acompanhava o grupo desacreditava ser de tal origem estes fatos ocorridos, professores universitários dizem não ser uma viagem para estudos acadêmicos, entretanto, que há algo mais no sepulcro do faraó além da arte e da história do povo que têm aquelas paredes, mesma essas sendo belas e com o seu diferencial de arte e história egípcia...

(Olga Cristina da Rosa Pereira)

02 maio, 2010

Cleópatra, A rainha do Egito: Documentário

Cleópatra era a mulher mais famosa da história, mesmo sendo grega, tornou-se um símbolo do antigo Egito. Ela vivia em Alexandria, uma cidade do antigo Egito. Era uma mulher que tinha educação, era uma intelectual e determinada nas suas ideias.

Cleópatra, usava um penteado grego clássico.



Os ancestrais de Cleópatra construíram vários templos dedicado aos deuses. As paredes dos templos contam a história da família de Cleópatra. Um dos templos foi o templo construído por Ptolomeu II e dedicado a deusa Isis.



O filme mostra as pinturas nas paredes dos templos, elas obedeciam a Lei da Frontalidade que fundava-se no princípio de valorizar o aspecto que mais caracteriza cada elemento do corpo humano. Desenhado de perfil, o rosto é mostrado ao máximo.

De frente, se resume a uma oval. No rosto de perfil, o olho é representado de frente, por ser este seu aspecto mais característico e revelador. O tórax também apresenta-se de frente, e as pernas e os pés, são vistos de perfil.



Ptolomeu XVII, o pai de Cleópatra, ficou conhecido como tocador de flauta, porque ficava o tempo todo tocando flauta e evitando as suas obrigações e responsabilidades como governador do Egito.



As mulheres na era Ptolomaica eram mulheres poderosas, participavam das artes e da vida cívica, o casamento era união de duas pessoas e não apenas de duas casas.

As mulheres dessa época eram retratadas como mulheres fortes olhares confiantes, quase obsessivos. Elas não teriam mais esse poder até o século XX.




Cleópatra era grega, mas tornou-se um símbolo do Egito, viveu a cerca de 3 mil anos antes de Cristo e até hoje é lembrada como uma das mulheres mais fortes e inteligentes da história.

Tesouros da antiguidade: Partenon

O Partenon é visto como um dos maiores monumentos culturais do mundo. O nome Partenon parece derivar da monumental estátua de Atena Partenos abrigada no salão leste da construção, que recebeu esse nome Partenos refere-se ao estado virginal e solteiro da deusa.
O Partenon foi construído para substituir um antigo templo destruído por uma invasão dos persas em. Como muitos templos gregos, serviam como cofre, onde se guardavam as reservas de moeda e metais preciosos da cidade.
No século VI, foi convertido numa igreja cristã dedicada à Virgem Maria e depois da conquista turca foi transformada numa mesquita. Quando foi invadida pelos turcos em 1687, que o transformaram em deposito de munição, foi atingido atingida por uma bala de canhão e danificou bastante o prédio e suas esculturas. O documentário era muito repetitivo na parte arquitetônica do Partenon, mas na parte que falava das esculturas dos frontões, dos metopes, frisos, e a própria estátua da deusa Athenas. Todas as esculturas eram lindas e magestosas. (Jackson Lippert)

22 abril, 2010

Tróia, documentário



A história de Helena é muito conturbada cheia de paixões arrebatadoras e traições amorosas. Existem muitas versões da história, mas o que parece verdade é que ela era filha de um rei de Esparta chamada Tíndaro. Quando criança foi raptada por Teseu e depois libertada por seus irmãos e levada para Esparta outra vez. Era uma mulher lindíssima segundo narra mitologia, mas os retratos feitos dela posteriormente não dão conta de tanta beleza assim. Impossível saber agora e também deve-se considerar que os padrões de beleza mudaram muito desde a época em que viveu a época em que foi pintada e os tempos atuais.
Quando Tróia caiu, Helena entregou-se de volta a Menelau, traindo o seu último esposo. Sem fazer qualquer julgamento sobre essas idas e vindas até porque eram diferentes as circunstâncias – o fato é que Helena devia ser mesmo linda, para fazer girar em torno dela tanta coisa. As imagens que temos, porém mostram uma pessoa absolutamente comum e bem fora dos padrões dos nossos dia .
Em 1870, um aficionado pela arqueologia, Sr. Heinrich Schliemann, estudioso das histórias de Homero, realizou uma expedição à Turquia. Com um exemplar da Ilíada em mãos, ele observou cuidadosamente as palavras do antigo poeta grego, que descrevia a localização precisa da cidadela.
Em um determinado ponto, Schliemann, convicto de que estava sobre o local onde se encontravam os vestígios da Tróia de Homero, decidiu começar a escavação. Ele cometeu alguns erros, ignorando vestígios arqueológicos mais superficiais, partindo logo para camadas mais profundas onde estariam os vestígios da cidade homérica. Durante um dos dias da escavação, um operário a serviço de Schilimann trouxe uma moeda, ela continha a inscrição: "Ílion", a palavra romana para "Tróia".
Logo constatou-se que as ruínas não estavam longe. Aos poucos a terra revelou os resquícios da cidade, bem como o tesouro de Príamo e as jóias que talvez tivessem sido usadas por Helena.



Daniel Fernando Dedavid e Silva