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04 maio, 2010

Alexandre, O Grande












Alexandre, o Grande (ou Magno), foi filho do imperador Fellipe II da Macedônia e da rainha Olímpia. Nasceu no ano de 356 a.C, na região de Pella na Babilônia.
Educado na cultura grega, pelo filósofo Aristóteles, entre seus 13 e 16 anos demonstra muito interesse em medicina, ciências e filosofia. Muito cedo Alexandre lidera uma expedição contra bárbaros e os vence, enquanto na mesma época seu pai está fora em outra expedição militar e assim Alexandre ergue sua primeira cidade Alexandrópolis.
Aos 20 anos, Alexandre Magno - que em latim quer dizer "O Grande" -, assume o trono de seu pai, assim criando o império mais extenso da história, dominando Grécia, Palestina, Egito, em anexo o Pérsia e a Mesopotâmia e chega à Índia.
O império Macedônico é dividido em nove reinos, e ele funda 70 cidades. As cidades situavam-se na rota do comércio do Oriente com a China, Arábia, Índia e interior da África. Ele dissemina os valores da cultura grega por onde passada. Em Alexandria, criando uma biblioteca com mais de 700 mil volumes e passa a cultivar a cultura helenística e desenvolvendo cada vez mais o conhecimento grego.
Na Ásia, dirigindo-se para dominar a Índia, onde fundou algumas colônias militares, mas seu exercito muito cansado não mais o segue, no retorno para a Pérsia, fora ferido mortalmente por povos hostis.
Aos 33 anos, morre de uma febre misteriosa que menhum médico soube como curar na Babilônia.

Os 300 de Esparta

Filme feito em 1962, uma superprodução, grandes investimentos em infra-estrutura, vestimenta e atores foram feitos para trazer uma idéia dos acontecimentos da época de 480 a.C. O filme traz a história do soldado grego Leônidas, que corajosamente guiou as tropas espartanas, com apenas 300 soldados numa jornada dura, visando enfrentar o exército persa, constituído por uma quantidade imensuravelmente maior do que as tropas espartanas. Mesmo o filme não afirmando a quantidade de homens, foram feitas comparações de quilômetros de tropas.


As vestimentas espartanas eram vermelhas - diziam que assim o inimigo jamais veria o sangue espartano - e todos carregavam um escudo dourado.

Batalhas duras foram travadas ao longo da guerra, os soldados espartanos mostraram bravura em todos os momentos, não chegaram nem a cogitar a hipótese de desistência. Chegaram a vencer enormes quantidades de inimigos, até passarem temor ao rei persa.
Essa mesma história inspirou o consagrado quadrinista Frank Miller a criar a série de HQs 300.
Elenco do Filme:
Richard Egan, Sir Ralph Richardson, Diane Baker, Barry Coe, David Farrar, Donald Houston, Anna Synodinou, Kieron Moore, John Crawford, Robert Brown, Laurence Naismith, Anne Wakefield, Ivan Triesault, Charles Fawcett, Michalis Nikolinakos

Resumo do filme:
Os 300 de Esparta

Um filme baseado em fatos reais, acontecidos na época de 480 a.C. na Grécia.
Esparta é um local situado a cerca de 320 Km ao norte da Aténas Moderna. A batalha envolvendo 300 guerreiros espartanos foi feita em busca da liberdade. Nesta época o rei Xerxes da Persa colocou seu gigantesco exercito de escravos para derrotar a ultima parcela de cidades que ainda vivia em liberdade na época.
Uma parcela dos governantes tinha a idéia de fazer com que cada cidade resolvesse o problema por conta, sem o uso extremo e arriscado da violência, para não criar grandes batalhas que poderiam gerar assassinato em massa da população Grega. Mas o representante de Atenas desejava unir os povos para uma vitória geral. Era a mesma opinião do Rei Leônidas , governante de Esparta. Então Esparta foi escolhida para liderar as cidades gregas unidas na guerra contra a Pérsia por terra e por mar. Atenas acabou entregando a liderança naval para Esparta, mesmo os espartanos não sendo marinheiros navais. Uma parte do conselho espartano foi contra a união e a guerra, mas não houve jeito, Leônidas, mesmo com apenas 300 guerreiros das tropas espartanas partiu em viajem, ainda confiante na vitória, pois o povo espartano era conhecido por suas habilidades em batalha. Uma parcela dos guerreiros havia ficado em Esparta pelo festival religioso. Pois em geral Esparta não deixava de lado acontecimentos relacionados a religião.
Quando Persa ficou sabendo que Esparta lutaria com tropas tão inferiores as suas ficaram espantados. Mas com o passar do tempo se assustaram pois as tropas espartanas batalhara e atacaram pontos de Pérsia com todo seu poder. Usando técnicas aprimoradas de batalha e táticas de ataque, atacaram de surpresa durante a noite, assim impedindo Pérsia de das uma resposta a altura. Em geral nas história, aconteceu de Pérsia perder as batalhas, pois ganhavam em quantidade, mas não tinham equipes tão bem preparadas.
Persa chegou a pedir para Leônidas desistir, acabar com a matança. Prometendo piedade de Esparta. Mas Leônidas não aceitou, pois estava decidido a lutar até o último suspiro.
Após isso Xerxes estava decidido a vencer, chegou a mandar sua guarda pessoal, “os imortais”, como eram conhecidos, para o campo de batalha. Com a esperança de vencer Leônidas e suas tropas, para fezer o resto se render. Tudo em vão, pois mesmo assim Leônidas e suas tropas venceram bravamente esse homens.
Os dias foram passando, os espartanos começaram a sentir a guerra na pele, muitos já estavam feridos. Um dia as tropas persas receberam a informação de como atacar pela retaguarda as tropas espartanas. Aproveitaram muito bem essa chance, pois Xerxes já não estava mais disposto a derramar sangue de seus soldados. Conseguiram assim derrotar a maior parte do exercito espartano. A batalha continuou e Leônidas ficou encurralado com o resto de suas tropas. Talvez como um último ato de impedir derramamento de sangue, o rei Xerxes propôs um acordo para Leônidas, mas honradamente não foi aceito pelo Espartano. Assim Xerxes decidiu atacar o resto de espartanos com seus arqueiros a distância. Assim Leônidas e suas tropas caíram.
A batalha estava perdida, mas a guerra não acabara, com este ato heróico, os espartanos impulsionaram o resto da Grécia para a vitória. Pois com este feito mostraram que nada é impossível. Assim a Grécia jamais se rendeu a tirania.














Postagem criada por Fabiano Kunst.

22 abril, 2010

Alexandre, O Grande











Ele herdou um reino unificado e mantido com punho de ferro pelo seu pai que teve de lutar contra uma nobreza turbulenta que frequentemente reclamava por privilégios. Este império foi o maior e mais rico que já tinha existido. Há várias razões para os grandes êxitos militares de Alexandre. Um deles é que Alexandre foi um general de extraordinária habilidade e sagacidade, talvez o melhor de todos os tempos, pois ele nunca perdeu nenhuma batalha e a expansão territorial que conquistou é uma das maiores da história. É uma expansão realizada em um curto período. O império ia dos Balcãs à Índia, também incluindo o Egito e a Báctria (aproximadamente o atual Afeganistão). Naquela época, os homens podiam ser casados e manter relações sexuais com outros homens.
(Adrielli Germano)

O sétimo selo: Cruzadas e Peste Negra







Vários dos elementos que simbolizam a Idade Média - como as Cruzadas e a peste negra - estão retratados sob uma perspectiva existencialista em O Sétimo Selo, obra-prima de Ingmar Bergman.
Ao retornar das Cruzadas, um cavaleiro é procurado pela Morte, a quem consegue desafiar para uma partida de xadrez. Enquanto estende sua permanência no mundo dos vivos, o cruzado vê seu país assolado pela peste negra e começa a questionar sua fé. Essa magnífica premissa é desenvolvida pelo cineasta Ingmar Bergman em O Sétimo Selo.
Diversos elementos do sistema simbólico medieval aparecem retratados neste filme a partir da perspectiva existencialista do diretor. Bergman aborda questões delicadas, como a manipulação da fé pela Igreja e a exploração da ideia da peste como castigo divino.
A expiação dos pecados pela dor, que, inclusive, motivou a existência de um movimento popular em 1348, conhecido como flagelantes - é representado em uma das cenas célebres do filme.
O tema do encontro com a morte também é fiel ao espírito da época. Era um tema frequente que aparece, inclusive, em obras de pintores como Hieronymus Bosch e Pieter Bruegel.

O incrível exército de Brancaleone: Comédia



O Incrível Exército Brancaleone (Itália/França/Espanha, 1966, Diretor: Mario Monicelli)





O Incrível Exército de Brancaleone ironiza a figura do bravo cavaleiro e representa uma mudança na perspectiva da mídia sobre a Idade Média, inaugurando uma visão crítica.
É uma comédia italiana que satiriza a nobreza e desmonta a figura do bravo cavaleiro medieval. Mesmo apresentando alguns problemas de produção e roteiro, mas, de modo geral, impecável na reconstituição do cenário da sociedade européia do século 11, retratando vários de seus aspectos - a fome e as epidemias, as relações com o Império Bizantino, a luta contra os sarracenos, a religiosidade popular e espírito de cruzada.
Na trama, o pobre e idealista Brancaleone, manipulado por golpistas, acaba se tornando cavaleiro e se envolve em uma série de aventuras bizarras.
A figura do protagonista é uma referência a Dom Quixote e a proximidade do nome de seu cavalo (Aquilante) com o do personagem imortal de Miguel de Cervantes (Rocinante) não é fortuita.
O filme é ambientado no momento em que o sistema feudal está no auge e satiriza a condição de nobreza que supõe a hierarquia feudal, a moral cristã e os costumes daquele tempo. É um bom retrato às avessas da sociedade daquela época.